Bebeto tem projeto para ampliar capacidade do Engenhão

O presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, declarou nesta quarta-feira em entrevista ao programa “Arena SporTV” que o clube tem o projeto de ampliar a capacidade do Engenhão para 60 mil torcedores - hoje, o estádio comporta aproximadamente 45 mil pessoas.

O dirigente mais uma vez não revelou os nomes das empresas que o clube está negociando para ajudar na manutenção do estádio - apenas a portuguesa TBZ é conhecida. Bebeto, no entanto, afirmou que investimentos serão feitos no local.

- Queremos torná-lo em breve com capacidade para 60 mil. Temos de explorar, podemos fazer tudo no estadio. De patrocínio e de TV nós já estamos na média. Vamos investir agora em faturamento, feiras, eventos, congressos. Queremos uma universidade, escola de samba, fitnnes center, porque se não ocupar o estádio com essas coisas, não teremos dinheiro - disse.

O presidente também deu detalhes sobre os problemas que os torcedores estão tendo para acessar o Engenhão. Nos jogos contra Ríver (PI) e Portuguesa, pela Copa do Brasil, quando o público foi de 30 e 40 mil pessoas respectivamente, houve problemas para entrar no estádio - havia poucas catracas.

- Estamos trabalhando, tivemos problemas de catracas, muitas pessoas para entrarem no Engenhão ao mesmo tempo, o que causou tumulto. Mas já estamos concertando isso. Há também o lado bom, as pessoas chegam lá a pé e de trem, pessoas que vão da Baixada tem fácil acesso, o estacionamento é farto - disse.

Confira outros trechos da entrevista. Bebeto de Freitas falou sobre o episódio do chororô, quando reclamou da arbitragem chorando após a final da Taça Guanabara - o Botafogo perdeu por 2 a 1 - e depois anunciou a renúncia. Mais tarde, ele apenas tiraria uma licença.

Episódio do chororô

“Sempre trabalho com paixão, estava no cargo de presidente mas não dava para fazer só o burocrático, a paixão estava acima de tudo. O problema foi misturar paixão com razão. Sempre separei as coisas, mas naquele caso eu misturei. O que aconteceu no vestiário eu nunca tinha visto, nem sequer coisa parecida. E olha que já vi muitas confusões no futebol, mas nesse caso, jogadores com experiência estavam indignados, não podia um juiz chegar nos jogadores e se dirigir assim, vi jogadores chorando. Vivi momentos difíceis em 2004, mas quando você ve jogadores naquele estado por causa do Botafogo, revoltados não por terem perdido, mas pelas circunstâncias, é difícil.”

“Me envolvi pelo fato de estar empenhado pela paixão. Então pedi para sair. Mas não me arrendo, aprendi com isso. Errei, não era a forma de um presidente se dirigir, mas me considero perdoado por não ser apenas um presidente e sim um torcedor apaixonado.”

Contratações

“Participamos do mercado em parceria com investidores e estamos reforçando a equipe. Trouxemos o zagueiro Bruno Costa, do Boavista e o Alexsandro, do Resende.”

Negócios em 2007

“Em relação ao Dodô, o contrato era de um ano, ele achou que aquela palhaçada de doping era a hora de dar um tempo e aproveitou. O Joilson assinou com o São Paulo sem falar com ninguém. O Zé Roberto teve proposta de outro clube, não foi o Botafogo que abriu mão de ninguém, a força do time para mim sempre foi o meio-de-campo, Túlio, Digunho e Lucio Flavio. Estamos com esse grupo vários anos e o clube vem jogando bem e não mudou.”

“Não é o dirigente quem contrata, o que decide é o trabalho dentro do campo, de fora ninguém decide nada. O Joilson estava lá no Botafogo a dois anos e não jogava. Então não adianta, é dentro de campo que se trabalha.”

Contrato de Cuca

“Não tem nenhuma multa rescisória e o prazo é até o fim do ano de 2008. Eu assinaria contrato com ele por 5 anos sem dúvida alguma.”

Fonte: O Globo Online

Outros Links: DVD, MP3, LCD, Plasma, HDTV, Home Theater

Compartilhe e divulgue:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Bumpzee
  • Netvouz
  • Rec6
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Wists
  • YahooMyWeb

Faça um Comentário