Internautas continuam apontando possíveis focos de mosquito da …
RIO - O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou na manhã desta segunda-feira que vai pedir que pediatras de outros estados sejam enviados ao Rio, temporariamente, para ajudar no combate à dengue (saiba mais). Enquanto isso, leitores continuam fazendo sua parte na tentativa de conter a proliferação do Aedes aegypti, indicando locais que podem estar servindo de criadouros para o mosquito da dengue:
Sergio de Magalhães Medeiros:
“A área de uma unidade de produção de artigos para decoração, na Rua Ferreira de Andrade, no Cachambi, está cheia de mato e água acumulada.”
Aline Gonçalves:
“Existe um terreno baldio na Estrada do Bananal, ao lado do número 1546, em Jacarepaguá, que está causando preocupação aos moradores da rua. Há caixas d’água sem tampa no local, que acabam contribuindo para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Muitos moradores do prédio ao lado já ligaram para as autoridades pedindo vistoria no local, e nada foi feito até agora”
Suzana Carolina Muniz de Oliveira Lima Roldão:
“Dois imóveis da Rua Pedro de Carvalho, no Méier, são fruto do descaso de seus donos. Todos os dias, fico indignada porque mesmo com todos os alertas, mortes e casos de dengue eles continuam do mesmo modo: sujos e abandonados. O Tele-Dengue não atende e já não sei mais o que fazer. Eles estão localizados nos fundos de uma vila”
Sylvia Helena:
“Na Rua Regente Lima e Silva, em Marechal Hermes, ao lado do número 194, há uma casa abandonada, que virou um depósito de bebidas. A casa não tem teto, as garrafas ficam viradas pra cima, sem tampas, dentro dos engradados, o local é cheio de pneus e outros objetos que armazenam água. A casa é coberta de trepadeiras. Já foram feitas várias denúncias, mas nada aconteceu. Várias pessoas na rua já contraíram dengue, inclusive meu esposo. Algo precisa ser feito urgentemente”
Ana Maria Sartori:
“Venho mostrar o foco de dengue que existe numa loja ao lado da minha casa, na Rua Conde de Baependi, no Flamengo. Já reclamamos com a gerência, mas fazem ouvido de mercador”
Luiz Carlos de Souza:
“A comunidade da Rua Capitão Machado, Praça Seca, Jacarepaguá, não agüenta mais conviver com um ferro velho no início da rua. É plástico amontoado, mosquito, rato pra todo lado. E a dengue está aí. Cadê as autoridades competentes, que não vêem isso?”
Marcelo Bianchi:
“Estava na casa de minha prima, na Tijuca, quando vejo duas opções de morada para o Aedes aegypti, o mosquito da dengue. O primeiro foco é uma piscina vazia no prédio em frente, que quando chove, fica cheia de água. O segundo foco é a laje de um antigo restaurante, desativado, que fica ao lado do meu prédio. Os prováveis focos estão na Rua Marquês de Valença”
André Emiliano de Oliveira:
“Gostaria de informar a existência de um foco de dengue na Rua São Diniz, no Estácio. Uma carcaça de carro abandonada em frente ao número 22, está cheia de larvas de mosquito. Já liguei para o Tele-Dengue, porém ninguém apareceu para resolver o problema”
Luiz Fernando Gopi Valente:
“Gostaria de denunciar a casa de um morador da Rua Nova Sardenha, em Vila Valqueire. Ela tem uma piscina sem tratamento há um bom tempo. Já conversamos o proprietário várias vezes, mas ele não resolve o problema. Nas casas ao lado, a maioria dos moradores já pegou dengue”
Ana Maria Aguiar Moreira:
“Gostaria de comunicar que no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, há focos do mosquito da dengue. Quase todas as quadras que levam às sepultura estão um horror, com muita água acumulada”
Sérgio Luiz Martins da Rocha:
“Sou morador de um edifício vizinho à sede social do América Futebol Clube, localizada na Rua Campos Sales, na Tijuca. De minha residência, observo que no telhado do clube, mais precisamente na área ocupada por uma máquina de refrigeração, existe uma boa quantidade de lixo e pedaços de telhas, que quando chove ficam cheios d’água. Assim como as diversas lajes existentes, constituindo-se num criadouro de mosquitos.
Desde o dia 08 de fevereiro venho denunciando o caso ao Tele-Dengue, ao clube, e ao Rio Contra Dengue, mas infelizmente nada foi feito. O lixo continua lá, as caixas d’água continuam sem as tampas, as poças d’água continuam se formando com as chuvas e levam dias para evaporar pois não há escoamento”
Ana Redig:
“Com um surto de dengue na cidade, essa imagem não poderia nem existir! Em plena Lapa, uma enorme ‘piscina’ para o mosquito colocar seus ovos e piorar ainda mais o caos que estamos vivendo. Alô, César Maia!”
Leoney Guimarães Baptista de Leão:
“Comecei minha maratona no dia 30 de novembro de 2007. Através do site da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, denunciei que na Rua Engenheiro Lafaiete Stockler, altura do número 96, existia muito mosquito, e sugeri que fosse feita uma vistoria nos arredores. Reiterei o pedido em janeiro, mas apenas no dia 29 de fevereiro (três messes depois) apareceu uma viatura da Secretaria de Saúde.
Os agentes confirmaram que existiam focos do Aedes Aegypti num terreno próximo, mas estava fechado e o proprietário(a) não se encontrava no local. Disseram que entrariam em em contato com o dono do terreno e que voltariam o mais breve possível.
Estou aguardando até hoje e nada. Será mesmo que eles estão preocupados com a dengue no Rio de Janeiro? Nosso prefeito tem que ter uma reza muito forte para conseguir mandar os mosquitos para o oceano”
Robson Campos Justo:
“Gostaria de denunciar um terreno na Rua Francisco Paranhos, altura do número 400, bairro Vila Nova, Cabo Frio, no qual foi iniciada uma construção no início de dezembro de 2007. A área está em completo estado de abandono, com grandes poças que são verdadeiros criadouros de mosquitos, ratos, baratas, caramujos africanos, etc. O descaso desses proprietários é de dar vergonha a qualquer um”
Helena Meira Coelho Garcia:
“Do lado do prédio onde trabalho, na Rua General Roca, na Tijuca, existe um sobrado abandonado com visível água acumulada nas calhas”
Helenita Marques Torres:
“Na Rua B, em Manguinho, Búzios, existe muito lixo amontoado e muita água parada. A prefeitura, já comunicada, não se manifestou, embora espalhe cartazes pela cidade conclamando a população a combater o mosquito da dengue”
João Luiz Brandão Filho:
“Presenciei três focos de dengue na região da Barra da Tijuca. O primeiro na Av. Salvador Allende, em frente o número 5.400, num terreno onde existe a previsão da construção de um shopping. O segundo lugar é ao lado onde está sendo construído um condomínio. Já o terceiro foco, fica num kartódromo, onde presenciei diversos pneus com água parada”
Mônica Santos de Moura Preto:
“Obras realizadas pela Prefeitura de Maricá para a construção de um terminal rodoviário estão causando represamento de água das chuvas dentro e fora de terrenos pertencentes a moradores próximos. A prefeitura foi notificada diversas vezes e nunca tomou nenhuma atitude para solucionar o problema”
Edson Nunes Barbosa:
“Um terreno baldio, sem muro, junto à Estrada João Venâncio de Figueiredo, esquina com Rua João Candido, no bairro da Posse, em Nova Iguaçu, serve como depósito de lixo para os moradores. Vez ou outra, são jogados pneus, dentre outros materiais (como latas, vasilhas, etc) que, na chuva, ficam acumulando água”
Marcelo Francisco da Paixão:
“Mesmo com toda a campanha, mesmo com as notícias diárias de novos casos de dengue e, pior, novas mortes parece que alguns moradores da cidade ainda não se deram conta do que está acontecendo. Mesmo estando na mira do mosquito se mantém alheios aos alertas e não tomam as providências necessárias para eliminar possíveis focos. As fotos mostram coberturas de prédios próximo de onde moro, na esquina da Rua São Francisco Xavier com a Rua Radialista Valdir Amaral, bem ao lado da Uerj”
Charlles Amorim:
“Obra em frente à Arena Olímpica - Autódromo está com o subsolo inundado há dias. Já foram feitas denúncias ao Tele-Dengue, mas ainda não tomaram nenhuma providência”
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Fonte: O Globo Online
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